Farol da Barra

Barra

O Farol de Santo Antônio (construído dentro do Forte de Santo Antônio), mais conhecido como Farol da Barra, é um dos principais cartões postais de Salvador.

A região da Barra, que além do Forte e Farol de Santo Antônio abrange também outros marcos, igrejas, praias, etc, foi considerada o mais popular dos 7 pontos mágicos de Salvador.

O Forte de Santo Antônio da Barra localiza-se na ponta do Padrão (atual Largo do Farol da Barra), em Salvador, estado da Bahia, no Brasil. Construído em 1698, é também um marco Histórico, pois é considerado o farol mais antigo das Américas (a título de comparação: o farol mais antigo dos Estados Unidos foi construído em 1716).

Um pouco da História do Farol, segundo a wikipedia:

"No século XVII, o porto de Salvador era um dos mais movimentados e importantes do continente, e era necessário orientar as embarcações que chegavam à Baía de Todos os Santos em busca de pau-brasil e outras madeiras-de-lei, açúcar, algodão, tabaco e outros itens, para abastecer o mercado consumidor europeu; em 5 de maio de 1668, ocorreu o trágico naufrágio do Galeão Santíssimo Sacramento, capitânia da frota da Companhia Geral do Comércio do Brasil, num banco de areia frente à foz do rio Vermelho.

O Forte de Santo Antônio da Barra foi reedificado a partir de 1696, durante o Governo Geral de João de Lencastre (1694-1702), vindo a receber um farol - um torreão quadrangular encimado por uma lanterna de bronze envidraçada, iluminada pela queima de óleo de baleia; de acordo com o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, esse foi o primeiro do Brasil e o mais antigo do Continente."

Em 1903, novos reparos foram procedidos na estrutura do farol e nas casas dos faroleiros. Em 1906 o Ministério do Exército cedeu o edifício mais próximo ao Farol, no terrapleno, para servir de residência aos faroleiros, e em agosto do ano seguinte a Capitania dos Portos recebeu o montante necessário para consertos gerais e pintura externa e interna do farol e casa dos faroleiros, procedimentos repetidos em 1933, 1934 e1935 (PRADO, 1995). De propriedade da União, o Forte de Santo Antônio da Barra, Forte Grande ou Fortaleza da Barra, foi tombado pelo então Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1938.

Administrado pela Marinha do Brasil, após uma inspeção realizada pelo então Capitão-de-Mar-e-Guerra Max Justo Guedes, foram executadas, de junho de 1974 a 31 de março de 1975, obras de adaptação para a instalação da Seção do Museu Naval e Oceanográfico (Museu de Hidrografia, especializado em hidrografia e cartografia náutica) nas suas dependências. Novas obras para ampliação do Museu e restauro do forte e farol foram executadas em 1990.

O forte em parceria com o Exército Brasileiro voltou a sofrer intervenção de restauro no período de 1995-1998, passando a abrigar o Museu Náutico da Bahia (10 de dezembro de 1998), que mantém em acervo peças de arqueologia submarina, réplicas de embarcações, equipamentos para navegação, cartas náuticas e outros documentos.

Além do Farol, o Forte de Santo Antônio abriga também o Museu Náutico da Bahia; mais de dois milhões de pessoas visitam o forte e o museu todos os anos.

A partir de maio de 2011, o Farol passou a ser também aberto para visitas.

Os visitantes podem subir as escadarias da torre, de 22 metros de altura (equivalente a um prédio de sete andares) e conhecer toda a estrutura do Farol, inclusive o maquinário francês, de 120 anos.

O faroleiro liga a luz ao pôr-do-sol e desliga ao amanhecer. A luz pode ser vista a 60 km de distância.

Mesmo com a evolução da tecnologica de orientação e navegação, as embarcações ainda dependem da iluminação do farol.

Ao subir a escada, toda em espiral e com piso antiderrapante, o visitante terá uma visão de 360° da Baía de Todos os Santos e do mar aberto do Oceano Atlântico.

 

Não há restrição de idade para a visitação, mas pessoas com dificuldades de deslocamento e fobias, como medo de altura, deverão evitar a subida, que será acompanhada por guias.